A operação denominada de 'Olho Mágico', conta com o envolvimento de 200 policiais e cumpre 14 mandados de busca e apreensão. A operação já percorreu Aracaju e os municípios de Nossa Senhora do Socorro, Itabaiana, Lagarto, Estância, Umbaúba e Arauá.
De
acordo com o diretor do subsistema de inteligência do Cope, delegado
Cristiano Barreto Guimarães, as investigações foram iniciadas há cerca
de quatro meses. O delegado conta que a quadrilha atuava no roubo de
cargas de vários produtos e que os presos são dos Estados de Sergipe,
Bahia e Santa Catarina. “A operação ainda continua, estamos procurando
um foragido, mas é possível que outras prisões sejam feitas no decorrer
desta quinta-feira”, afirma Cristiano Barreto.
O
delegado do Cope afirma que a quadrilha atuava há cerca de um ano e
meio e que aterrorizava caminhoneiros com assaltos a mão armada. Com os
presos foram apreendidos revólveres, pistola, um caminhão roubado e
veículos.
Delegado explica que a operação prossegue
Cristiano Barreto preferiu não divulgar os nomes dos envolvidos, mas confirmou ao Portal Infonet a prisão de Edivanilson Batista dos Santos, conhecido como "Ninho", de 19 anos. O padrasto do acusado estava no Cope a procura de informações sobre a prisão. Segundo o policial aposentando identificado pelas iniciais J.M.M.S, Edivanilson estava morando na capital sergipana há mais de um ano e não apresentava nenhum comportamento suspeito.
O padrasto diz que tomou um susto na manhã desta quinta-feira, 25, quando a polícia levou "Ninho" de casa. “Ele
é um menino muito bom, antes morava com a avó no interior, mas veio
para Aracaju a procura de uma oportunidade e já estava trabalhando em
uma fábrica no Distrito Industrial”, conta J.M.M. S, salientando que a
polícia deve ter cometido um engano.
Sobre a prisão de "Ninho", o delegado Cristiano afirmou que ele tem participação em assaltar caminhoneiros.
A
Secretaria da Segurança Pública anunciou que nesta sexta-feira, 26,
prestará mais informações sobre todos os presos e a investigação que
desarticulou a quadrilha.
Por Kátia Susanna