O presidente do Sindicato dos Agentes de Segurança, Eziel Oliveira, disse que durante a rebelião dois agentes ficaram feridos após serem agredidos com pedradas na cabeça. “A situação é tão critica que os menores não respeitam nem os familiares”, conta Eziel, salientando que os agentes se protegeram com colchões durante a rebelião.
A rebelião foi contida por volta das 12h30 após intervenção dos policiais da companhia de choque que estiveram no local.
O comandante de policiamento da capital, coronel Iunes, lembrou que os internos são menores infratores. "São menores deliquentes e a sociedade tem que ter consciência disso, se eles fazem isso com os próprios familiares, imagina comigo e com você", questiona Iunes.
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